Se você é do tipo que acha que seu carro só porque é novo não precisa revisar, vai tirando o cavalinho da chuva, pois seu carro é que nem você mesmo, você quando fica um dia inteiro fora não chega em casa morrendo de fome e de vontade de tomar um banho? Então o carro é mais ou menos assim só que ele agüenta ficar um tempo a mais sem certas coisas mas no manual do proprietário vem falando mais exatamente de quantos em quantos quilômetros é necessário fazer uma revisão ou trocar de óleo, principalmente se você for encarar uma estrada se seu carro não estiver em uma condição regular você pode ficar pelas beiras da estrada ou ate mesmo sofrer ou causar um acidente, o normal para se trocar o óleo é a cada 5 mil quilômetros rodados e revisar freios discos e pastilhas, o resto como velas e filtros é só checar a cada 10 mil quilômetros. A correia dentada a mais ou menos 20 ou 30 mil quilômetro, procure sempre estar olhando nos pneus para ver a gastura deles e também calibre eles sempre, faça o alinhamento da direção e balanceamento a cada 5 mil quilômetros isso não vai ser caro e vai garantir mais tempo de durabilidade para os seus pneus, e a bateria dura de dois a três anos dependendo da marca e dos amperes depois desse tempo é bom trocar, fazendo esse básico seu carro não te deixar na mão e poderá viajar mais tranquilamente sem riscos para você e sua família e para o seu carro que vai continuar rodando por muito mais quilômetros.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
VAI VIAJAR, REVISE SEU VEICULO !!! CUIDADOS
Se você é do tipo que acha que seu carro só porque é novo não precisa revisar, vai tirando o cavalinho da chuva, pois seu carro é que nem você mesmo, você quando fica um dia inteiro fora não chega em casa morrendo de fome e de vontade de tomar um banho? Então o carro é mais ou menos assim só que ele agüenta ficar um tempo a mais sem certas coisas mas no manual do proprietário vem falando mais exatamente de quantos em quantos quilômetros é necessário fazer uma revisão ou trocar de óleo, principalmente se você for encarar uma estrada se seu carro não estiver em uma condição regular você pode ficar pelas beiras da estrada ou ate mesmo sofrer ou causar um acidente, o normal para se trocar o óleo é a cada 5 mil quilômetros rodados e revisar freios discos e pastilhas, o resto como velas e filtros é só checar a cada 10 mil quilômetros. A correia dentada a mais ou menos 20 ou 30 mil quilômetro, procure sempre estar olhando nos pneus para ver a gastura deles e também calibre eles sempre, faça o alinhamento da direção e balanceamento a cada 5 mil quilômetros isso não vai ser caro e vai garantir mais tempo de durabilidade para os seus pneus, e a bateria dura de dois a três anos dependendo da marca e dos amperes depois desse tempo é bom trocar, fazendo esse básico seu carro não te deixar na mão e poderá viajar mais tranquilamente sem riscos para você e sua família e para o seu carro que vai continuar rodando por muito mais quilômetros.
QUANDO TROCAR AS PASTILHAS DE FREIO
Em geral, cada pastilha de freio dura cerca de 30 mil km, em condições normais de uso. É bom verificar seu estado a cada 5 mil km, inclusive para verificar se não existem outros defeitos no sistema de frenagem.
No entanto, normalmente, toda pastilha “avisa” quando é hora de trocá-la. Isso ocorre porque as pastilhas têm um indicador de desgaste, uma pecinha metálica que, quando a pastilha estiver muito baixa, vai esbarrar no disco de freio e produzir aquele famoso chiado.
Após trocar sua pastilha de freio, só tome o cuidado de evitar freadas bruscas nos primeiros 300km, pois a mesma ainda estará assentando.
VANTAGENS NA TROCA REGULAR DO FILTRO DE AR
As vantagens da troca regular do filtro de ar
- Alternador
- Ao viajar evite multas
- Bateria
- Correira dentada
- Embreagem
- Filtro de combustível
- Injeção Eletrônica
- Manual econômico
- Manutenção valoriza o veículo
- Mecânico de confiança
- Motor de arranque
- Produtos chineses
- Rolamentos
- Seguir as orientações do fabricante é três vezes mais em conta
- Setor de reposição
- Temperatura do motor
- Válvulas
- Vazamento de óleo
A obrigatoriedade mais uma vez, fará a diferença? Parece que sim. A iniciativa do prefeito Gilberto Kassab é louvável e tem que ser apoiada por todos os segmentos da sociedade, mas principalmente pelos próprios motoristas. Afinal, 98% dos gases diariamente despejados nessa pesada atmosfera paulistana, advêm dos veículos automotores. Os dados são oficiais! Não é possível assistir a isto sem nada fazer. Todos sofremos com a poluição do ar que envolve a cidade de São Paulo em uma camada feia e cinza, principalmente nos dias mais secos de inverno.
Importante mencionar que a medida já foi testada com sucesso em outras cidades onde o problema era parecido. A cidade do México, fazendo algo muito parecido, reduziu a poluição em 40%. Imaginem que fantástico!
Parabéns prefeito! Estamos do seu lado! Nossas vias respiratórias agradecem!
Desta forma, a partir de 2008, a frota da nossa cidade, estimada em cinco milhões de veículos, será submetida a testes de emissões de poluentes antes dos proprietários efetuarem o licenciamento. Veículos reprovados, não serão licenciados até que o problema seja sanado.
A novidade da inspeção tem deixado os motoristas bastante preocupados, sem saber o que fazer para verificar se o nível de emissões de poluentes dos veículos está dentro dos padrões exigidos pela nova lei. Porém, nada de precipitação. A inspeção obrigatória será realizada em postos autorizados pela Prefeitura, cuja localização e funcionamento serão divulgados com a antecedência necessária. Porém, não é preciso esperar até lá para colher os benefícios da redução de emissão de gases.
Veja que experiência interessante foi o resultado da Operação de Inverno da Cetesb, em parceria com o Sindirepa-SP. Realizado anualmente entre junho e setembro, o programa focado na frota de caminhões tem demonstrado que uma boa regulagem do motor e a troca de filtro do ar são capazes de reduzir a emissão de poluentes. Os relatórios da Cetesb revelam que, em média, a redução da opacidade foi de 40% após a troca do filtro de ar em caminhões que estavam com a peça danificada.
Os resultados positivos desse programa fizeram com que o governo do Estado de São Paulo alterasse a lei nº 997-76, reduzindo em 90% do valor da multa aplicada em veículos diesel em desconformidade pela Cetesb que é de 60 UFESPs, ou seja, R$ 853,80. Uma troca bastante justa! A emissão dos poluentes é reduzida e, em contrapartida, o governo reduz a multa. Ganhamos todos!
Para obter esse benefício, o proprietário do veículo deverá comprovar que fez a manutenção apresentando nota fiscal e Relatório Técnico de Manutenção, fornecido somente pelas mais de 100 oficinas credenciadas no PMMVD - Programa para Melhoria da Manutenção de Veículos Diesel, coordenado pela Cetesb e Sindirepa-SP, implantado há 10 anos.
Esse incentivo demonstra que medidas simples como a troca do filtro de ar pode significar redução de emissão de poluentes, bem como economia no consumo de combustível e melhora do desempenho do motor.
Composto por fibra de papel celulose especial, ele promove a filtragem do ar proveniente do ambiente externo que será misturado com o combustível e assim fazer o motor funcionar. A mistura do combustível com esse ar livre de impurezas garante uma performance adequada do motor, em termos de potência e consumo de combustível e ainda protege o meio ambiente. Simples, não? No entanto, uma utilização exagerada desse filtro irá comprometer o funcionamento do motor e implicará, necessariamente, numa emissão descontrolada e exagerada de gases. E é muito simples verificar a qualidade do seu filtro: de cor clara quando em bom funcionamento torna-se acinzentado pelo uso excessivo. Aí é hora de trocar. Sem protelações.
Estudos de fabricantes de filtros de ar revelam que quando a peça está em bom estado gera economia de 10% por quilômetro rodado, além de melhorar o desempenho do veículo. Isso significa que a cada dois tanques de combustível, a economia gerada já compensa o valor pago no novo filtro de ar. Ao longo de um ano, no caso de um carro à gasolina que roda 15 mil quilômetros nesse período, a economia chega a R$ 375,00. Se o ar é impedido de passar pelo filtro por causa das impurezas impregnadas na peça, o motor terá de fazer um esforço maior para atingir a mesma potência de quando o filtro de ar está em boas condições de uso.
Não há tempo certo para a substituição do filtro de ar, pois vai depender muito do ambiente e das condições em que o veículo está exposto. Por exemplo, em carros que circulam todos os dias pelas avenidas e corredores da cidade de São Paulo em horários de pico, chegando a ficarem parados no trânsito, o filtro de ar terá a vida útil mais curta. A saturação vem logo em função dessas condições severas de uso. Para saber como estão as condições do filtro de ar, a dica dos fabricantes é fazer o teste a olho nu já que, diferentemente de veículos a diesel, os automóveis movidos à gasolina, álcool e gás não emitem a fumaça preta que denuncia o problema.
E não adianta dar um jeitinho, jogando jato de ar na peça ou dando uma batidinha. Os fabricantes condenam essas práticas que, além de não resolver o problema, acabam por danificar de uma vez a peça.
Outro hábito totalmente equivocado é fazer a substituição do filtro ar na troca de óleo. Uma coisa não tem absolutamente nada tem a ver com a outra. Estamos falando de sistemas distintos: alimentação de ar e combustível e lubrificação de óleo. Essa mania existe porque não há informação suficiente sobre a importância do filtro de ar como componente fundamental para proteger o motor e evitar o desgaste prematuro do catalisador, peça importante que também controla os níveis de emissões de poluentes.
É importante salientar que, ao trocar o filtro de ar, é imprescindível fazer substituição por uma peça que atenda às especificações do fabricante do veículo, garantindo a qualidade e eficiência do produto. As montadoras realizam inúmeros testes que comprovam a eficácia do componente, antes de colocá-lo na linha de montagem. Lembre-se disso na próxima vez que trocar o filtro de ar do seu veículo.
QUANDO TROCAR O ÓLEO?
> Quando devo trocar o óleo do carro? Quando atingir o período de troca recomendado pelo fabricante do veículo e que consta do manual do proprietário. Os atuais fabricantes dos motores vêm recomendando períodos de troca cada vez maiores, dependendo do tipo de serviço e da manutenção do carro.

Folgas no motor e queima fazem com que seja preciso completar o nível
> É verdade que o motor deve estar quente na hora de troca de óleo?
Sim, porque quando o óleo está quente, ele fica mais fino e tem mais facilidade de escorrer, além do que as partículas de impurezas ainda estão em suspensão.
> Quanto tempo devo esperar para medir o nível de óleo? É importante que se espere pelo menos 15 minutos após o motor ter sido desligado para medir o nível. Isso ocorre porque, neste tempo, o óleo vem descendo das partes mais altas do motor para o cárter e assim podemos ter a medida real do volume.
> Posso aumentar o período de troca quando uso óleos sintéticos? Embora os lubrificantes sintéticos ofereçam qualidade superior, a maioria dos fabricantes de veículos ainda não diferencia os períodos de troca entre sintéticos e minerais. Recomendamos então seguir a indicação do manual do proprietário.
> Qual a diferença entre “serviço severo” e “serviço leve”, que são termos usados pelos fabricantes de veículos quando falam em intervalos de troca? Serviço severo é típico para os carros que andam nos centros urbanos, com o anda-e-pára do tráfego e por pequenas distâncias, de até seis quilômetros, ou em estradas em que haja muita poeira. Serviço leve é aquele em que os carros trafegam por percursos longos e velocidades quase constantes em rodovias com boa pavimentação, como no caso de viagens.
> O filtro de óleo também deve ser trocado? Quando? Sim. O óleo, com seus aditivos detergentes e dispersantes, carrega as sujeiras que iriam se depositar no motor. Ao passar pelo filtro, as impurezas maiores ficam retidas, e as menores continuam em suspensão no óleo. Chega um momento em que o filtro, carregado de sujeira, dificulta a passagem do óleo, podendo causar falhas na lubrificação. A situação se agrava quando ocorre o bloqueio total do filtro de óleo, o que pode causar sérios danos ao motor.
O período de troca do filtro de óleo também é recomendado pelo fabricante do veículo e consta do manual do proprietário. Normalmente ela é feita a cada duas trocas de óleo. Porém já existem fabricantes que recomendam a troca do filtro a cada troca do óleo, para que não haja mistura do óleo novo com o residual que se encontra no filtro.
Folgas no motor e queima fazem com que seja preciso completar o nível
> É verdade que o motor deve estar quente na hora de troca de óleo?
Sim, porque quando o óleo está quente, ele fica mais fino e tem mais facilidade de escorrer, além do que as partículas de impurezas ainda estão em suspensão.
> Quanto tempo devo esperar para medir o nível de óleo? É importante que se espere pelo menos 15 minutos após o motor ter sido desligado para medir o nível. Isso ocorre porque, neste tempo, o óleo vem descendo das partes mais altas do motor para o cárter e assim podemos ter a medida real do volume.
> Posso aumentar o período de troca quando uso óleos sintéticos? Embora os lubrificantes sintéticos ofereçam qualidade superior, a maioria dos fabricantes de veículos ainda não diferencia os períodos de troca entre sintéticos e minerais. Recomendamos então seguir a indicação do manual do proprietário.
> Qual a diferença entre “serviço severo” e “serviço leve”, que são termos usados pelos fabricantes de veículos quando falam em intervalos de troca? Serviço severo é típico para os carros que andam nos centros urbanos, com o anda-e-pára do tráfego e por pequenas distâncias, de até seis quilômetros, ou em estradas em que haja muita poeira. Serviço leve é aquele em que os carros trafegam por percursos longos e velocidades quase constantes em rodovias com boa pavimentação, como no caso de viagens.
> O filtro de óleo também deve ser trocado? Quando? Sim. O óleo, com seus aditivos detergentes e dispersantes, carrega as sujeiras que iriam se depositar no motor. Ao passar pelo filtro, as impurezas maiores ficam retidas, e as menores continuam em suspensão no óleo. Chega um momento em que o filtro, carregado de sujeira, dificulta a passagem do óleo, podendo causar falhas na lubrificação. A situação se agrava quando ocorre o bloqueio total do filtro de óleo, o que pode causar sérios danos ao motor.
O período de troca do filtro de óleo também é recomendado pelo fabricante do veículo e consta do manual do proprietário. Normalmente ela é feita a cada duas trocas de óleo. Porém já existem fabricantes que recomendam a troca do filtro a cada troca do óleo, para que não haja mistura do óleo novo com o residual que se encontra no filtro.
CUIDADOS COM COMBUTIVEL
Procon alerta para os cuidados com combustíveis automotivos
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A Fundação Procon alerta os consumidores para os cuidados na hora de colocar combustível no veículo.
Adulteração é a adição de substâncias diferente ou acima das especificações permitidas. Esses produtos podem ser variados, tais como água ou álcool e, inclusive solventes como o tolueno e benzeno. Alguns desses produtos podem fazer parte da composição do combustível, mas em excesso, constituem adulteração prejudicial ao combustível adquirido pelo consumidor.
A inclusão desses componentes faz com que o custo do combustível seja mais baixo para o revendedor, porém, pode causar danos ao motor do veículo dos consumidores.
Por isso:
# Procure sempre abastecer no mesmo posto, exigindo a nota fiscal. Assim , você pode garantir o conhecimento da origem do combustível.
# Verifique a bandeira do posto. Observe também se a marca da bomba corresponde à da distribuidora que abastece o estabelecimento.
# Se desejar, solicite o teste da 'proveta', que verifica o excesso de álcool na gasolina. Esse teste é obrigatório e está estabelecido pela Portaria nº 248/00 da ANP.
Se há suspeita de adulteração denuncie!
Fonte: Procon-SP - www.procon.sp.gov.br
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A Fundação Procon alerta os consumidores para os cuidados na hora de colocar combustível no veículo.
Adulteração é a adição de substâncias diferente ou acima das especificações permitidas. Esses produtos podem ser variados, tais como água ou álcool e, inclusive solventes como o tolueno e benzeno. Alguns desses produtos podem fazer parte da composição do combustível, mas em excesso, constituem adulteração prejudicial ao combustível adquirido pelo consumidor.
A inclusão desses componentes faz com que o custo do combustível seja mais baixo para o revendedor, porém, pode causar danos ao motor do veículo dos consumidores.
Por isso:
# Procure sempre abastecer no mesmo posto, exigindo a nota fiscal. Assim , você pode garantir o conhecimento da origem do combustível.
# Verifique a bandeira do posto. Observe também se a marca da bomba corresponde à da distribuidora que abastece o estabelecimento.
# Se desejar, solicite o teste da 'proveta', que verifica o excesso de álcool na gasolina. Esse teste é obrigatório e está estabelecido pela Portaria nº 248/00 da ANP.
Se há suspeita de adulteração denuncie!
Fonte: Procon-SP - www.procon.sp.gov.br
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